Toda instituição, é claro, tem como obrigação constituir sua base apoiada em regras a serem cumpridas por todos. Uma escola é cheia delas, um banco também, até a família não escapa das famosas normas a serem seguidas por todos. A Igreja com certeza não fica fora dessa imposição social. Contudo, a sociedade não é imutável, suas práticas, seus códigos sofrem transformações constantemente. Essas transformações revelam novos códigos que são inseridos nos segmentos da sociedade, transformando também, o pensar do agente social.
Os preceitos da Igreja Católica estiveram mais uma vez em evidência quando o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, anunciou a excomunhão de todos os envolvidos no procedimento de aborto realizado em uma menina de 9 anos. Ela foi violentada pelo padrasto. Essa atitude gerou polêmica no mundo todo.
O arcebispo alegou que o padrasto não seria excomungado, já que, segundo os preceitos da Igreja essa violência é menos grave que tirar a vida de um inocente. A sociedade reagiu contra a atitude tomada pelo dom José. E essa reação gerou reflexão. Será que a Igreja Católica conseguiu acompanhar as transformações ocorridas na sociedade?
Os médicos alegaram que as duas crianças corriam risco de morte caso a gestação continuasse. A menina de 9 anos teve sua infância dilacerada no momento em que foi violentada pela primeira vez. A mãe terá que conviver com um sentimento inimaginável de dor e revolta. E a Igreja que poderia agir para acalentar a dor dessas pessoas, preferiu transformá-las em culpadas, enquanto o verdadeiro culpado tem sua “pena” abrandada pela instituição religiosa.
E mais uma vez a soberba da Igreja Católica gera conflitos de opiniões em uma grande parcela da população. Quando esta julga, condena, excomunga não abre espaço para o amor, a compaixão, o perdão. E a reação das pessoas nesse episódio sugere um novo tempo. Um tempo onde o pensamento social tem um significado muito relevante sobre práticas centenárias da instituição Católica.
Os preceitos da Igreja Católica estiveram mais uma vez em evidência quando o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, anunciou a excomunhão de todos os envolvidos no procedimento de aborto realizado em uma menina de 9 anos. Ela foi violentada pelo padrasto. Essa atitude gerou polêmica no mundo todo.
O arcebispo alegou que o padrasto não seria excomungado, já que, segundo os preceitos da Igreja essa violência é menos grave que tirar a vida de um inocente. A sociedade reagiu contra a atitude tomada pelo dom José. E essa reação gerou reflexão. Será que a Igreja Católica conseguiu acompanhar as transformações ocorridas na sociedade?
Os médicos alegaram que as duas crianças corriam risco de morte caso a gestação continuasse. A menina de 9 anos teve sua infância dilacerada no momento em que foi violentada pela primeira vez. A mãe terá que conviver com um sentimento inimaginável de dor e revolta. E a Igreja que poderia agir para acalentar a dor dessas pessoas, preferiu transformá-las em culpadas, enquanto o verdadeiro culpado tem sua “pena” abrandada pela instituição religiosa.
E mais uma vez a soberba da Igreja Católica gera conflitos de opiniões em uma grande parcela da população. Quando esta julga, condena, excomunga não abre espaço para o amor, a compaixão, o perdão. E a reação das pessoas nesse episódio sugere um novo tempo. Um tempo onde o pensamento social tem um significado muito relevante sobre práticas centenárias da instituição Católica.
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