A caixinha encima da mesa segredava ternas lembranças
Encontrava-se sempre estática!Mostrando-se disponível ao queixume e vontade alheia
A felicidade transcendia a qualquer sinal de interação
Ela se abria, acolhendo com sorrisos e palavras toda investida de aproximação
E pensava precisar daquele calor
Desejando sempre mais
Mas a dor incontrolável que sentia
A angústia de não ser compreendida
A solidão de dias tenebrosos
Isso ela não suportava
E se desfez em mil pedaços
E transformou-se em uma estrela de mil pontas
Clariciando em um momento eterno.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
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